Uma das principais razões para a implementação do HTML5 é a falta de compatibilidade do Flash com sistemas móveis e a internet das coisas. O Android, por exemplo, parou de dar suporte ao Flash há alguns anos, criando uma demanda cada vez maior por vídeos em HTML5.
As principais limitações do HTML5 foram solucionadas: o sistema Adaptive Bitrate usado pela Google para ajustar a resolução e bitrate dos vídeos em razão da qualidade da conexão agora é compatível com HTML5; o codec VP9 reduz o uso de banda mantendo altas resoluções; a criptografia dos dados agora é feita separadamente, permitindo que apenas um player HTML5 seja compatível com diversas plataformas e browsers; o API do HTML5 oferece uma tela cheia imersiva com interface HTML e o embarcamento de vídeos com mais facilidade.
Por enquanto, o YouTube usará o HTML5 como padrão no Chrome, Internet Explorer 11, Safari 8 e nas versões beta do Mozilla Firefox, eles também pedem que quem fizer incorporações de vídeo, utilize o API <iframe> a partir de agora.
Será esse o fim do Flash?

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